terça-feira, 27 de abril de 2010

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL - BÊNÇÃO DE DEUS, RESPONSABILIDADE NOSSA

0 Rev. Josivaldo de França Pereira


O objetivo deste artigo é chamar a atenção para o valor e importância que devemos dar à escola dominical.
Fundada na Inglaterra pelo missionário Robert Raikes, em 1780, a escola dominical foi uma criação que deu certo. Tão certo que os primeiros missionários que aqui chegaram procuraram organizá-la imediatamente. O casal Robert e Sarah P. Kalley fundou a primeira escola dominical no Brasil em 19 de agosto de 1855. E a escola dominical existe até hoje!
Não é por acaso que a escola dominical existe até hoje. Ela é parte integrante da Igreja do Senhor Jesus Cristo, de quem temos a promessa de que "as portas do inferno não prevalecerão contra ela" (Mt 16.18). A escola dominical é uma bênção de Deus com características próprias, isto é, por mais que uma pessoa participe dos cultos e das atividades da semana de sua igreja, tem coisa que só será aprendida na escola dominical.
Infelizmente não são poucas as pessoas que fazem opções em detrimento da escola dominical. Será que essas pessoas sabem o quanto estão perdendo? Pense bem: Ausentando-se da escola dominical quem perde as bênçãos de Deus é você.
A ESCOLA DOMINICAL - E A RESPONSABILIDADE DO ALUNO
O segredo de uma escola dominical dinâmica e eficaz depende, e muito, do aluno. E como deve ser o aluno da escola dominical? Qual o perfil do aluno ideal? Antes de respondermos essas perguntas, é importante dizer que por aluno ideal não nos referimos, propriamente, a um ser extraordinário: brilhante, gênio, super intelectual. Não, o aluno ideal é antes de tudo uma pessoa bem intencionada. Como assim? Ele é dedicado: Assíduo, pontual, responsável. Vai à escola dominical com prazer e não para dizer simplesmente "estou aqui", "cheguei" ou "agora o superintendente não vai pegar no meu pé". O verdadeiro aluno da escola dominical não pensa assim. Ele faz a lição de casa. Lê a Bíblia e sua revista; anota suas dúvidas e vem disposto a colaborar seriamente na sala de aula.
É lamentável quando o aluno vai à escola dominical sem ter estudado durante a semana; sem sua Bíblia e/ou sem revista. E olha que eu não estou falando dos pequeninos, e sim, de gente grande mesmo! Pode parecer grosseiro de minha parte, mas muitas vezes eu me ponho a pensar: "O que alguém que não leva Bíblia, revista (ou algo semelhante), e que não estuda em casa vai fazer na escola dominical?". Aprender? Duvido! Não se pode aprender quando o básico é menosprezado.
De uma coisa precisamos estar cientes: 50% ou mais do bom desempenho do professor numa sala de aula depende de seus alunos. É o que eu costumo dizer aos meus alunos, sem querer jogar sobre eles a responsabilidade que cabe a mim.
Quando o aluno não se prepara em casa, conforme já mencionamos acima, ele perde a oportunidade de contribuir com algo mais. Contribuindo ganha a classe e o professor também. Muitos dos alunos que ficam calados durante a exposição do professor cometem o erro (para não dizer "pecado") da negligência semanal. É preciso que você aluno reverta esse quadro se porventura está sendo negligente; pois quantas vezes a culpa de uma aula má dada recai sobre o professor quando na realidade o culpado é outro. É claro que o professor tem suas responsabilidades, como veremos adiante, mas nenhum professor, a menos que esteja doido, teria coragem de se colocar diante de uma classe sem que estivesse adequadamente preparado.
Seja professor, ou seja aluno, ambos devem fazer tudo para a glória de Deus.


A ESCOLA DOMINICAL - E A RESPONSABILIDADE DO PROFESSOR
O bom professor é aquele que almeja a excelência do ensino e se empenha em alcançá-la. Tem que ser como o apóstolo Paulo exortou: "…o que ensina, esmere-se no fazê-lo" (Rm 12.7). Paulo recomenda àquele que ensina a dedicação total desse ministério. Dedicação que resultará num progresso constante do professor, quer seja em relação à habilidade no ensino e crescimento espiritual de seus alunos; quer seja em relação a sua própria vida cristã.
O professor da escola dominical deve ser o primeiro a viver o que ensina. A classe nunca deve ser subestimada (muito menos a dos pequeninos). Ela saberá se o professor está sendo sincero no que diz. Como também saberá se o professor se preparou adequadamente para a aula. Fazer pesquisas de última hora e preparar a aula às pressas nunca dá certo. Quando o professor não se esforça para fazer o melhor, ele não apenas desrespeita seus alunos como peca contra Deus.
Além de viver o que ensina, o bom professor conhece seus alunos. Ele nunca deve acreditar que basta, por exemplo, pegar a revista e ensinar o que está ali, por melhor que seja o seu trabalho de pesquisa. O professor da escola dominical deve conhecer a sua classe, cada um de seus alunos. É importante que o professor conheça seus alunos, até mesmo para uma transmissão mais natural e eficaz de sua aula.
Quanto ao preparo e a exposição da aula propriamente dito, os editores dos Estudos Bíblicos Didaquê apresentam sugestões preciosas que ajudarão em muito os professores da escola dominical. Com ligeiras adaptações passo a transcrevê-las:
· Utilizar sempre a Bíblia como referencial absoluto.
· Elaborar pesquisas e anotações, buscando noutras fontes subsídios para a complementação das lições.
· Planejar a ministração das aulas, relacionando-as entre si para que haja coerência e se evite a antecipação da matéria.
· Evitar o distanciamento do assunto proposto na lição.
· Dinamizar a aula sem monopolizar a palavra oferecendo respostas prontas.
· Relacionar as mensagens ao cotidiano dos alunos, desafiando-os a praticar as verdades aprendidas.
· No final da aula, despertar os alunos quanto ao próximo assunto a ser estudado, mostrando-lhes a possibilidade de aprenderem coisas novas e incentivando-os a estudar durante a semana.
· Depender sempre da iluminação do Espírito Santo, orando, estudando e colocando-se diante de Deus como instrumento para a instrução de outros.
· Verificar a transformação na vida dos alunos, a fim de avaliar o êxito de seu trabalho.
Duas coisas, pelo menos, têm levado muita gente a perder o interesse pela escola dominical hoje em dia, ou seja, a falta de criatividade do professor e dinâmica das aulas. Professor: Faça de sua aula algo interessante; seja criativo, gaste tempo nisso. Criatividade e dinamismo são, em boa parte, o segredo do sucesso do professor eficaz.
É necessário que o professor da escola dominical veja seu trabalho como o ministério que Deus lhe deu e que, por isso mesmo, precisa ser realizado da melhor maneira possível. "… o que ensina, esmere-se no fazê-lo" (Rm 12.7).


A ESCOLA DOMINICAL - E A RESPONSABILIDADE DOS PAIS
A responsabilidade dos pais crentes com a escola dominical é dupla. Em primeiro lugar, os pais precisam ser assíduos e freqüentes na escola dominical. Os pais que vão somente ao culto vespertino, achando que faltar na escola dominical não tem tanto problema, certamente deixarão de progredir como deveriam na vida cristã. A presença dos pais na escola dominical é imprescindível, pois, afinal de contas, nós pais somos (bem ou mal) modelos para os nossos filhos.
Em segundo lugar, os pais precisam levar seus filhos à escola dominical. Gostaria de dar a esse segundo ponto uma atenção especial, visto que está diretamente relacionado ao anterior. Portanto, vamos entender a coisa da seguinte maneira: por que os pais precisam estar na escola dominical? De um lado, porque todos precisam aprender mais e mais das verdades do Senhor; por outro lado, por causa dos filhos. Perdoe-me a batida na mesma tecla mas isso é importante. Os filhos desejam e precisam ver nos pais a seriedade no trato com a escola dominical. E isso, por si só, deve ser motivo de reflexão para os pais , pois os pais precisam, pela vida e pela palavra, mostrar aos filhos que a escola dominical é um importante veículo de crescimento espiritual.
Geralmente as crianças não apreciam levantar cedo para ir à escola dominical. Boa parte delas já faz isso durante a semana. Porém, os pais devem passar para os filhos que a escola de domingo também é especial por uma série de razões. Erra o pai ou a mãe que acha que não deve levar sua criança à escola dominical, apenas porque ela está cansada por estudar durante a semana, ou porque brincou demais no sábado ou foi dormir tarde por causa daquela festa na igreja. Esse é um tipo de compaixão que não procede. É nessa hora que os pais, amigavelmente, devem mostrar aos filhos que a escola dominical é especial para toda a família.
Lembro-me de um fato ocorrido em uma igreja da qual fui pastor. Quando perguntei a uma irmã porque não trouxe o filho, que na época devia ter cinco anos de idade, ela me respondeu: "Ele não quis vir". Eu não sei como está ou por onde anda aquele que agora é um rapaz. Receio que ele tenha seguido o caminho de seus irmãos mais velhos que abandonaram a igreja porque a mãe comodamente aceitava o fato de que eles não quiseram vir.
Papai e mamãe, levem seus filhos à escola dominical, tenham eles vontade ou não. Cumpram as suas responsabilidades como um dia prometeram a Deus quando levaram seus filhos para serem batizados ou apresentados. Pois, como no caso daquela mãe, amanhã poderá ser tarde de mais para chorar o que podia ser evitado ontem.


A ESCOLA DOMINICAL - E A RESPONSABILIDADE DO SUPERINTENDENTE
O superintendente da escola bíblica dominical é muito mais que uma simples pessoa que faz a abertura e encerramento da escola dominical e promove a comemoração de algumas datas importantes e eventos especiais. O superintendente ou diretor(a) da EBD é o irmão ou irmã em Cristo designado(a) pela igreja para administrar a escola dominical com competência e seriedade, visando a edificação e a maturidade do corpo de Cristo.
Antes de tudo, o superintendente deve ser alguém verdadeiramente compromissado com Deus e a igreja. Deve ser exemplo dos fiéis, não neófito, mas pessoa qualificada para comandar o corpo de Cristo. Deve ser assíduo e pontual no cumprimento de seus deveres, irrepreensível na moral, são na fé, prudente no agir, discreto no falar e exemplo de santidade de vida. Qualidades que devem acompanhar, no mínimo, todo crente, e principalmente aquele que recebeu a graça da liderança; a saber: pastor, presbítero, diácono, professor, etc.
Além disso, o superintendente deve ser uma pessoa preparada academicamente. Destaco a palavra "academicamente" de propósito. O que isso quer dizer? Quer dizer que o superintendente não precisa necessariamente ser um expert em educação cristã, mas precisa ter noção do que ela significa e representa. Afinal de contas, é com professores que o superintendente está lidando e é a qualidade do bom ensino que ele estará supervisionando. Pensando nisso, um experiente diretor de escola dominical escreveu aos superintendentes: "Os seus professores ensinam com qualidade? Ou estão se repetindo diante da classe? Preparam devidamente a lição, ou já se acostumaram aos improvisos?". E continua: "Que os seu professores não se contentem com o preparo já conseguido. Incentive-os a ler, a estudar, a pesquisar, a descobrir novas metodologias, a se tornarem especialistas não apenas no currículo e na aula a ser ministrada, como também na pedagogia e na didática".
Como eu disse, o superintendente não precisa ser um especialista, mas é necessário que tenha algum conhecimento pedagógico. Se tiver experiência como professor, melhor ainda.
Some-se a isto a visão do superintendente. Se o superintendente pensar administrativa e pedagogicamente, o que é ideal, ele não apenas saberá conduzir a igreja bem, no sentido de unidade de propósitos, mas também zelará pelo aperfeiçoamento de seus professores. Promoverá encontros, congressos e uma série de eventos que ajudarão na formação e reciclagem dos professores.
O superintendente é o carro-chefe da escola dominical que, em comum acordo com o pastor, melhorará toda a escola dominical quando melhorar seus professores. Quando se investe na liderança da escola dominical todo mundo sai ganhando.
Finalmente, mas não menos importante, o superintendente precisa ser dinâmico a fim de dinamizar sua escola dominical. Para isso precisa se atualizar e se inteirar do trabalho de outros superintendentes. Deve ser uma pessoa inovadora, com idéias saudáveis que revigoram a escola dominical. Eu acredito na escola dominical porque, como dissemos no início deste artigo, é uma bênção de Deus e por isso deu certo. Entretanto, a escola dominical precisa passar por um processo constante de revitalização. Meu irmão superintendente: torne a sua escola dominical dinâmica, criativa, bíblica e funcional. Algo que dá gosto de se vê e participar. Promova, juntamente com seu pastor e professores, o vigor e a saúde da escola dominical através da motivação de seus alunos. Evite a rotina, a monotonia e aquela mesmice insuportável. As aulas da escola dominical devem ser prazerosas. Da criança ao adulto que levantam cedo para ir à igreja, a escola dominical deve ser algo que valha a pena por causa do conteúdo e didática do ensino e (por que não?) por causa do agradável local de estudo. Olhe com carinho para tudo isso e Deus, com certeza, o recompensará.



A ESCOLA DOMINICAL - E A RESPONSABILIDADE DO PASTOR
Como ministro do evangelho, sei que não são poucas e nem pequenas as responsabilidades do pastor. Comecemos com algumas de suas atribuições. Compete ao pastor: orar com o rebanho e por este; apascentá-lo na doutrina cristã; exercer as suas funções com zelo; orientar e superintender as atividades da igreja, a fim de tornar eficiente a vida espiritual do povo de Deus; prestar assistência pastoral; instruir os neófitos, dedicar atenção à infância e à mocidade, bem como aos necessitados, aflitos, enfermos e desviados; governar.
Escrevendo aos efésios, diz o grande pastor e apóstolo Paulo: "E ele mesmo (Jesus) concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo, até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo, para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro, e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro" (Ef 4.11-15).
Pelo que podemos perceber das atribuições e vocação do pastor, o ensino (no mais amplo sentido do termo) é a característica prioritária do ministério pastoral. O zelo e a responsabilidade doutrinária do pastor o tornam necessariamente ligado à escola dominical. Ele é o superintendente ex-officio da escola dominical. Por isso mesmo, ao pastor nunca jamais deve faltar a informação necessária acerca do que está sendo ensinado na escola dominical. Para isso, o superintendente deve ser seu maior aliado. Um verdadeiro braço direito na condução da igreja. O superintendente que não estiver disposto a andar com o seu pastor não conseguirá promover a paz e a unidade no corpo de Cristo. Enfim, o pastor precisa saber o que os professores ensinam ao seu rebanho, quem ensina e como se ensina. Esta informação ele adquirirá primeiramente com o superintendente e através das constantes reuniões com o conselho de ensino.
O pastor deve ser um verdadeiro conselheiro no meio de seus auxiliadores. Diálogo é fundamental. É imprescindível que o pastor e a liderança da escola dominical falem uma só língua e se ajudem mutuamente, conforme recomenda Paulo em 1 Coríntios 1.10: "Rogo-vos, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que faleis todos a mesma cousa, e que não haja entre vós divisões; antes sejais inteiramente unidos, na mesma disposição mental e no parecer". A escola dominical agradece!
]Ademais, pela experiência e formação pastoral que tem, o pastor precisa estar atento às carências de seus professores e superintendente. Ele deve zelar pelo aprimoramento de sua escola dominical investindo pesado em sua liderança. Precisa indicar e sugerir bons livros, mostrando a importância e valor da leitura. Também, é necessário que o pastor incentive a sua liderança a participar de e a promover eventos educacionais. Acredite: O pastor é a chave que abre a porta do sucesso da escola dominical. Se você, pastor, tiver visão pedagógica, além de administrativa é claro, ninguém segurará sua escola dominical. O Espírito Santo gosta de pessoas assim e quer usar pessoas assim.
Além disso, é necessário que o pastor tenha propósitos permanentes e bem definidos para a escola dominical. Quais devem ser os objetivos do pastor para a escola bíblica dominical? São basicamente estes: 1) promover a edificação da igreja na Palavra para o serviço, 2) ganhar vidas para Cristo e discipulá-las e 3) formar líderes capacitadores.
Que Deus nos ajude.


Rev. Josivaldo de França Pereira – Pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil (I.P.B.) em Santo André – SP. Bacharel em teologia pelo Seminário Presbiteriano Rev. José Manoel da Conceição (J.M.C. – SP), Licenciado em filosofia pela F.A.I. (Faculdades Associadas Ipiranga – SP) e mestrando em missiologia pelo Seminário Teológico Sul Americano (S.T.S.A.) em Londrina – PR.


ESCOLA DOMINICAL: ESPAÇO DE AFETIVIDADE

0 POR Zélia Santos Constantino



A afetividade pode ser entendida como o conjunto de fenômenos psíquicos que se manifestam sob a forma de emoções, sentimentos e paixões, acompanhados da impressão de dor ou prazer, tristeza ou alegria, satisfação ou insatisfação. Os fatos, as situações vividas pelas pessoas causam-lhes sentimentos diferentes. O tipo e a intensidade das reações serão proporcionais ao significado que os fatos têm para cada uma delas.

O que dá valor e representa nossa realidade é a afetividade. Uma foto, por exemplo, pode causar ternura, lembranças positivas ou negativas como a tristeza, raiva ou desilusão.

A afetividade é responsável por valorizar tudo em nossa vida e fora de nós, tanto os fatos passados como as perspectivas futuras. Como ela dá significado à nossa vida e valor de nós mesmos, é preciso tratá-la como o sentimento que regula a visão que temos do mundo. É como os óculos que necessitam ser ajustados de vez em quando. Ela é como o alicerce da vida humana do qual depende a atuação das pessoas como seres sociais, garantindo-lhes força, expressão, vitalidade, motivação.

Fatores de afetividade

São importantes fatores de afetividade a visão, a audição, o tato.

A visão é responsável por 80% da percepção que temos das pessoas. Através dela são observadas as expressões faciais, a maneira de andar, vestir, sorrir, o olhar de aprovação dos outros, as verdades, mentiras, a pressa, a calma, o nervosismo e outras atitudes.

A audição é o segundo fator de percepção da afetividade. Através dela acontece a comunicação com a pessoa a quem ouvimos por meio do timbre, da intensidade e da velocidade da voz.

O tato é relevante em toda existência humana e é muito importante na infância. A criança pode não entender o quê ouve ou o quê vê, mas com certeza perceberá quando é tocada com carinho, abraçada, acolhida. Em casos extremos, chama a atenção dos adultos de forma negativa como a “birra” para receber um toque nem que for uma palmada.

O problema da carência afetiva é acentuado na adolescência. Nesta fase o jovem precisa ouvir e sentir, a todo instante, sobre o seu valor, o quanto é querido, o que representa para a família. Ele está procurando a afirmação de sua identidade e crê que só a terá através dos outros. Busca ansiosamente identificar-se com alguém a quem admira, e questiona, revolta-se, critica, luta por seu próprio espaço e com seu próprio corpo. Sua vontade por encontrar um exemplo de herói, faz desta fase, uma oportunidade inigualável para ter em Jesus Cristo o modelo maior de sua vida. Aparentemente desprezando-a, a afetividade é fundamental para seu amadurecimento sadio.

Enquanto na adolescência o que predomina o psiquismo humano é o sentimento, na juventude está presente o pensamento. É a fase do desenvolvimento cognitivo, da inteligência abstrata, do senso de responsabilidade, caráter, dignidade, julgamento e decisões. Acentua-se o desejo de participar da sociedade e os jovens são capazes de realizações altruísticas e filantrópicas. Já conseguem relacionar-se bem com o sexo oposto e percebem suas limitações com naturalidade.

O adulto torna-se um ser completo quando sente que é cercado por afetividade. Sentir-se amado, aceito, respeitado é ter razão de realização, sacrifícios e, às vezes, até a anulação de sonhos próprios.

Na idade da sabedoria ou velhice, as pessoas voltam a ter intensa necessidade de amostras de afetividade. Mesmo quando se sabem amadas, querem ver, ouvir e sentir das pessoas que lhes são queridas o quanto são importantes para elas. Está presente nesta fase a carência afetiva resultante da fragilidade própria da idade, de doenças, das perdas e do sentimento de inutilidade. Saciar tal carência é um desafio a ser tratado com cuidado, justiça e equilíbrio.

O maior fator de afetividade, porém, para os cristãos, é a oração. Ela se apóia sobre uma tríade de relacionamentos afetivos: de nós para Deus, de Deus para nós e de nós para os outros.

Através da oração nossa afetividade a Deus é expressa na adoração, confissão, pela entrega de nossos fardos e na fé. É a certeza da pertença: somos seus filhos e filhas. Deus acolhe nossas orações, responde-as e revela seu amor. Nossas orações pelos outros e pelo mundo desencadeiam acontecimentos nos céus e na terra: “Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam” (1 Co 2.9).

Conhecer-se e aprender


Para enfrentar adequadamente as relações e os conflitos interpessoais do cotidiano, com os sentimentos, pensamentos e emoções que lhes são inerentes, é exigido de nós auto-conhecimento e aprendizagem constante.

Os conflitos, quando tratados construtivamente, podem trazer resultados positivos, melhorando o desempenho, o raciocínio e a resolução de problemas. É benéfico tratar os sentimentos, valores e emoções como objeto de conhecimento, pois o fato de reconhecer, controlar e expressar os próprios sentimentos talvez seja um dos aspectos mais difíceis na resolução de conflitos.

Princípios da pedagogia afetiva

A pedagogia afetiva apóia-se em alguns princípios que devem ser observados com as devidas adequações:

1.O limite – estabelecer limites significa que as pessoas não podem nem são capazes de fazer tudo o que querem. Não é castigo e sim, afirmação de cuidado, interesse e proteção. A falta de limites é traduzida como falta de amor. Exemplo de desabafo de um filho a quem não é dado limites: - Meus pais não ligam nem um pouco para o que eu faço ou o que pode me acontecer!
2.A observância de horários que ensina a responsabilidade, e das datas comemorativas que valorizam as reuniões familiares e os laços afetivos;
3.O respeito às regras e costumes básicos de convivência social;
4.A desmistificação de tabus que causam sofrimentos e confusões;
5.A redescoberta do valor das histórias ou mitos que lendários ou não, explicam ou ilustram os principais acontecimentos da vida como os da perda, morte, abandono, traição, maldade, inveja, justiça, amor e outros.
6.O reconhecimento de que apesar de todo o desenvolvimento social, científico e tecnológico, apesar das mudanças nas estruturas familiares, os pais não estão desobrigados de suas funções. A eles é concedido o privilégio de conversar, dar segurança, firmeza, equilíbrio, amor e a transmissão da fé aos seus filhos e filhas. Abdicar desta responsabilidade é colocar em risco o futuro de vidas preciosas para Deus!
O papel da afetividade no aprendizado

A importância da Escola Dominical como espaço de afetividade baseia-se no fato de que aprender deve estar ligado ao ato afetivo. O aprendizado será prazeroso e as pessoas ansiarão por conhecer a Palavra de Deus, praticá-la e serem testemunhas.


A relevância do papel da afetividade no aprendizado é demonstrada a cada instante por Jesus Cristo, o Mestre por excelência. Ele olhava para além do exterior das pessoas. Via-as de maneira a perceber o seu íntimo: as tristezas, ansiedade, sofrimentos, vaidade, injustiças, raiva e outros tantos sentimentos aparentemente ocultos, mas reconhecidos por Jesus. Era disponível para ouvir, curar, consolar, argumentar e, principalmente, ensinar. A afetividade norteava suas ações educativas e servem de exemplo para professores de todos os tempos:

•Valorizava cada ser humano como se ele fosse único na terra;
•Esperava o momento oportuno para ensinar;
•Ouvia atentamente os pedidos, as argumentações e até as injúrias;
•Falava a linguagem que as pessoas podiam entender;
•Variava o método de ensino conforme a ocasião e o tipo de público;
•Exemplificava seus ensinos com técnicas inovadoras e criativas;
•Seus ensinos não se limitavam a espaços restritos e eram ilustrados com as coisas da natureza ou que tinham relação com o dia a dia de seus ouvintes;
•Apreciava estar junto de seus discípulos e sabia aproveitar todas as oportunidades para a capacitação;
•Tocava afetuosamente mesmo nos doentes, e se deixava tocar, ser atendido e reconhecido;
•Era sincero, autêntico, corajoso e não se intimidava ao denunciar o pecado, as injustiças e falsidades dos poderosos;
•Conhecia e vivia o que ensinava.
O aprendizado flui naturalmente quando a afetividade está presente. Há confiança, sinceridade e a certeza de aceitação entre o educador/a e o aluno/a. Ensinar e aprender torna-se mão dupla, ação gratificante, produtiva e desejada.

É necessário perceber algo precioso deixado por Jesus: Ele aproveitava as situações de vida das pessoas para traduzir a vontade de Deus nas mais variadas circunstâncias. Por exemplo: quando considerou o desapego da viúva pobre que ofereceu “todo o seu sustento” em contraste com as sobras grandiosas dos outros. A lição? O valor da dádiva independe da sua extensão. A preciosidade da mesma residia no coração daquela mulher. A percepção do fato valeu mais que muitas aulas desvinculadas da realidade.

A Escola Dominical como espaço de acolhimento e suporte para as pessoas.

Na Escola Dominical são estabelecidos momentos de partilhar a complexidade da vida, valorizar o companheirismo, aprofundar vínculos afetivos e aprender a colocar os ensinamentos bíblicos dentro das mais variadas situações. Aprende-se melhor quando isto ocorre junto com pessoas com as quais se tem simpatia e algo em comum. As dúvidas, experiências e problemas são compartilhados em ambiente de aceitação e cumplicidade.

A Escola Dominical torna-se espaço de suporte na medida em que são colocadas situações comuns aos vários grupos de estudos e podem ser analisadas e submetidas a sugestões para serem resolvidas à luz do Evangelho. Exemplos:

- Em meio a tanta correria, como “Buscar em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça”, tendo a oração como referência norteadora de nossas vidas?

- Como agir em caso de uma traição?

- O que fazer para obedecer ao “Não adulterarás” da lei de Deus se você está apaixonado por alguém casado/a e que também quer o relacionamento?

- O que aconselhar a alguém com problemas familiares causados pela separação dos pais? E do alcoolismo? E das drogas?

- Violência, corrupção, desagregamento familiar, apelo ao consumismo, interferência dos meios de comunicação na educação alterando as escalas de valores éticos e morais: como manter a identidade cristã em meio a tudo isso? Como motivar a juventude a participar da missão com tantos fatores negativos e desmotivadores?

- Como ensinar a criança “no caminho que deve andar” se não se está preparado/a para fazê-lo?

A Escola Dominical capacita ao exercer a afetividade:

A Escola Dominical é também espaço de capacitação quando:

· Acolhe, demonstra aceitação e valoriza os dons de cada pessoa;

· Oportuniza a troca de idéias e de experiências vividas, e cujas soluções conduziram à vida;

· Proporciona o enriquecimento do conhecimento bíblico e sua aplicação;

· Incentiva outras pessoas a conduzirem os estudos, dando-lhes apoio e assessoramento;

· Desperta o interesse para a participação em algum dos ministérios da Igreja e oferece acompanhamento e auxílio:

· Estimula o testemunho e a vida coerente como “cartas de Cristo” que somos e que estão sendo lidas a cada instante (2 Co 3.2-3).

Compreender a importância da Escola Dominical e empenhar-se para que ela ocupe lugar de destaque e seja amada por toda a Igreja Metodista, são desafios a serem perseguidos se quisermos que nossas crianças, juventude e novos convertidos tenham raízes na fé que lhes foi oferecida e aceita. Pertencer à Escola Dominical é ser e participar do Reino de Deus!




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terça-feira, 3 de março de 2009
03
Mar TREINAMENTO PARA PROFESSORES DA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL - EBD

0 O professor da Escola Bíblica Dominical, deve estar preparado para o exercício de uma das mais nobres virtudes do ser humano em todo o tempo, que é o de ensinar. Em todo o mundo milhões e milhões de dólares são gastos todos os anos com o ensino e com a formação de novos professores. Na Igreja de Cristo não devia ser diferente, contudo não vemos a mesma ênfase que o mundo dá aos seus mestres, dentro de nossas igrejas.
Para o bom desempenho do professor da Escola Bíblica Dominical é preciso que ele esteja preparado para ensinar, pronto para discipular e pronto a exercer a liderança no grupo.
Durante o treinamento vamos abordar os temas a seguir enumerados como: "O Discipulado na E.B.D.", "A Dicotomia Entre o Formado e o Leigo na E.B.D." e "O Que é Preciso Para se Ter Uma Liderança Eficaz".

1. ENSINO

Ensinar é uma das missões da igreja. Muitas igrejas se acham anêmicas espiritualmente porque não tem dado ênfase ao estudo da Palavra de Deus. Por falta de Profeta o povo se corrompe. O crente que não conhece a Bíblia está propenso a deixar-se levar por qualquer vento de doutrina que passa. O apóstolo Paulo tinha grande preocupação com relação a questão do ensino. Em Romanos 12:7, ele chamou a atenção escrevendo: "Se é ministério, seja em ministrar; se é ensinar haja dedicação ao ensino".

1.1 Ministério da Educação Cristã

O ministério da educação cristã está associado com o ensino da Palavra de Deus no seio da igreja. Deste modo, é preciso que se tenha obreiros devidamente preparados e treinados para o exercício deste ministério. Muitas igrejas não tem dado o devido apoio a aqueles que tem se dedicado a Educação Cristã, contudo tem incorrido em uma falta muito grande, que é estar omissa as necessidades espirituais de seus membros.

1.2 Escola Bíblica Dominical

A Escola Bíblica Dominical tem como meta o ensino da Palavra de Deus. Ultimamente temos visto e ouvido de muito descaso nesta área por parte de algumas denominações. Preocupados com o esvaziamento da escola bíblica, muitos grupos tem conclamado congressos e simpósios para tratar do assunto, com vistas a ter-se uma sensível melhora nesta área. Sabemos que os problemas na área da Escola Bíblica Dominical são muitos e envolvem muitas questões. A freqüência à escola dominical tem caído muito nos últimos anos e de acordo com os dados estatísticos, se acha em torno de 50 a 60% de freqüentadores assíduos. A qualidade do ensino tem caído quase na mesma proporção. É preciso motivar as pessoas para que realmente sintam necessidades da busca de conhecimento da Palavra. Devemos dar prioridade ao ensino bíblico em nossas igrejas. Há igrejas evangélicas que tem substituído os assuntos inerentes a Bíblica por assuntos seculares, o que tem se tornado em instrumento de desmotivação de parte considerável dos membros, que preferem unicamente o estudo da Palavra.

1.3 Escola de Treinamento de Professores

Deve ser dado ênfase ao treinamento de pessoas vocacionadas para o ministério do ensino, oferecendo-lhes condições favoráveis para o seu devido preparo. A igreja, deve encaminhar os seus candidatos as Faculdades Teológicas para melhor se prepararem para exercerem esse ministério. Devemos ajudar a todos os irmãos que tem colocado suas vidas à disposição do Senhor, ingressando em uma Faculdade para se preparar, para melhor servir a causa do Mestre. Devemos colocá-los diante de Deus em nossas orações e ajudá-los financeiramente se necessário for. A Igreja, deve então, disponibilizar recursos de seu orçamento para a formação de novos Bacharéis em Teologia, não somente em Ministério Pastoral ou em Missões, mas também e principalmente em Ministério de Educação Cristã. Uma vez completado o curso teológico, o novo Bacharel em Educação Cristã, estará apto e credenciado para dar início ao seu ministério de ensinar a Palavra de Deus.

1.4 Unidade no Corpo de Cristo

A união ou comunhão na igreja é primordial, pelo que Jesus rogou ao Pai, dizendo: "... Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste. E eu dei-lhes a glória que a mim me deste, para que sejam um, como nós somos um. Eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que tu me enviaste a mim e que os tens amado a eles como me tens amado a mim (João 17:21-23). Este é o grande ensino de Jesus acerca da comunhão e esta deve ser a grande meta da igreja de Jesus. Só há uma maneira do mundo crer que Deus enviou Jesus, se formos um com Ele, assim como Ele é um com o Pai. Só há uma maneira do mundo conhecer que Deus enviou a Jesus, se Jesus estiver em nós, assim como o Pai está em Jesus, se formos perfeitos em unidade, assim como Jesus é perfeito em unidade com o Pai. A comunhão na igreja começa na Escola Bíblica Dominical. É nela que os membros tem a oportunidade de aprender sobre a Palavra de Deus e participar com perguntas e colocações que enriquecem a todos. É o local apropriado para o membro expressar todas as suas dúvidas e todos os seus questionamentos colocando-os para fora. E, é acima de tudo, o local ideal para o exercício do discipulado.

1.5 Assessoramento do Pastor

O pastor é o líder da igreja e como tal deve ter uma vida exemplar diante de Deus e dos homens, de modo que a igreja possa ver em seu pastor um exemplo de servo de Cristo. Ele deve estar pronto para treinar, equipar e discipular os santos para melhor servirem a causa de Deus. O pastor deve ser paciente, longânimo, amoroso, e acima de tudo preparado para ensinar, exortar e edificar a igreja em Cristo. Deve ter participação ativa no ensino da Palavra de Deus, quer seja na Escola Bíblica Dominical ou no Púlpito. De modo que o ensino seja relevante em todos os seguimentos na vida da igreja.
O pastor deve ter presença assídua na E.B.D., de modo a estar pronto para auxiliar os professores a esclarecerem dúvidas principalmente as ligadas as doutrinas cristãs etc. Como ele não pode estar em todas as classes da E.B.D. ao mesmo tempo, deve programar-se de modo que possa visitar, em cada domingo uma determinada classe da E.B.D. Assim, o pastor estará dando toda assistência as ovelhas do rebanho, seja em qual for a situação. "Está alguém entre vós aflito? Ore. Está alguém contente; cante louvores. Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da Igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com azeite em nome do Senhor; e a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará, e se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados." (Tiago 5:13-15). Este texto, dá indicação bastante clara do modo como a igreja, como toda deve se conduzir, mas principalmente os líderes e aí se inclui o pastor.

Augusto Bello de Souza Filho
Bacharel em Teologia



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segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
12
Jan A IMPORTÂNCIA DO PLANO DE AULA NA ESCOLA DOMINICAL

2 "Uma previsão bem-feita do que será realizado em classe melhora muito o aprendizado dos alunos e aprimora a sua prática pedagógica" (Márcio Ferrari)


Por mais experiente que o professor seja, ele não deverá entrar em classe sem antes planejar a aula. Por mais formal que a elaboração de um plano de aula pareça, ele não dispensa a oração nem a direção do Espírito em sua elaboração. Agindo assim, tem-se uma garantia de que as aulas vão ganhar qualidade e eficiência.



1. O que é um Plano de Aula
O plano de aula pode ser definido como a previsão dos conteúdos e atividades de uma ou de várias aulas que compõem uma unidade de estudo (trimestres, no caso das lições bíblicas). Dessa forma, "ele limita-se à previsão do desenvolvimento a ser dado ao conteúdo da matéria (lição) e as atividades de ensino-aprendizagem proposta de acordo com os objetivos no âmbito de cada aula". (GIL, 2007, p. 40)



2. Elaboração do Plano de Aula
Não existe um padrão único na elaboração de um plano de aula. É preciso, no entanto, que um mínimo de coerência seja percebido na seqüência dos elementos a serem considerados no processo ensino-aprendizagem.



Buscando uma forma simples e funcional, adotaremos os componentes abaixo, como partes integrantes do plano de aula a ser implementado nas Escolas Bíblicas Dominicais da AD em Abreu e Lima. São eles:



a) Identificação do Plano. Nesta parte são indicados os seguintes dados:
NOME DA ESCOLA:
NÚMERO DA CLASSE:
NOME DO PROFESSOR:
TRIMESTRE:
NÚMERO E DATA DA LIÇÃO BÍBLICA:
TEMA DA LIÇÃO BÍBLICA:



b) Objetivos. Os objetivos apontam para o elemento central do plano. Define aonde se quer chegar, o que deseja ser alcançado. Os objetivos devem ser claros e bem definidos. As lições bíblicas de mestre, para facilitar a vida dos professores, trazem os objetivos já definidos, o que não impede que os mesmos possam ser redefinidos, à medida que o professor perceba tal necessidade.


c) Conteúdo. Os conteúdos neste caso, já são previamente estabelecidos, mediante uma análise criteriosa de uma equipe devidamente qualificada, que compõem o setor de educação cristã da CPAD, editora responsável pela publicação e distribuição das lições bíblicas. Envolvem de forma geral, temas relacionados à Bíblia sagrada, que vão incluem o estudo teológico sistemático, introdução e comentários dos livros da Bíblia, Família Cristã, vida cristã e outros.



d) Estratégia ou Método de Ensino-Aprendizagem. Estratégias ou métodos são caminhos a serem percorridos pelo professor, visando o alcance dos objetivos estabelecidos. Os procedimentos a serem utilizados para facilitar o fazer pedagógico são aqui esclarecidos. Dentre os vários métodos ou estratégias previstas, podemos citar:
- Aulas expositivas
- Perguntas e Respostas
- Seminários
- Júri Simulado
- Estudo de Caso
- Discussão
Para um melhor conhecimento destes métodos de ensino, sugerimos consultar as referências no final dessa abordagem.



e) Recursos Didáticos. Podem ser definidos como os meios que "servem para estruturar conceitos necessários à compreensão do que está sendo estudado. Isto é, são recursos auxiliares do ensino que facilitam a assimilação da mensagem que se pretende comunicar" (TULER, 2003, p. 39). Existe uma grande variedade destes recursos, que vão desde o quadro branco com marcador, até o uso de computadores e projetores de última geração. A previsão para o uso dos recursos didáticos, precisa estar dentro da realidade e disponibilidade de cada escola e professor.



f) Avaliação. Como podemos verificar a eficácia do processo-ensino aprendizagem, de que formar podemos comprovar se os objetivos foram alcançados? A resposta é: avaliando os alunos. A avaliação pode ser feita através da elaboração dos questionários (o da lição bíblica pode ser utilizado), perguntas diretas, avaliação no final do trimestre, observação etc. No caso do ensino cristão, uma vida transformada, que resulta numa mudança de caráter, comportamento, envolvimento no serviço cristão e maior comunhão com Deus e com o próximo, é sem dúvida alguma, a prova cabal que os objetivos de nossa prática pedagógica foram alcançados.






MODELO DE PLANO DE AULA

3. Referências Bibliográficas
GIL, Metodologia do ensino superior. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
GILBERTO, Antonio. Manual da escola bíblica dominical: pela excelência do ensino da palavra de Deus. 17. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1997.
TULER, Marcos. Manual do professor de escola dominical. Rio de Janeiro: CPAD, 2002.
______. Recursos didáticos para a escola dominical: ferramentas indispensáveis ao ensino bíblico infanto-juvenil. Rio de Janeiro: CPAD, 2003.




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quarta-feira, 16 de abril de 2008
16
Abr COMO SER O MELHOR PROFESSOR DE ESCOLA BÍBLICA

3 PASSO-A-PASSO:

Para ser Professor

1. O professor precisa conhecer o que vai ensinar.
2. O professor precisa ter experiência com Deus. Ninguém pode ensinar o que não sabe.
3. O professor precisa ser autêntico. A palavra "autêntico" deriva da palavra authós (automática, sem ajuda externa, autêntico, com autoridade).
4. O professor precisa respeitar os alunos. E, se você respeita seus alunos você vai se preparar para dar aula.
5. O professor deve ser empático. No dicionário Aurélio, empatia é a tendência para sentir o que sentiria caso estivesse na situação do outro.
6. Cheio do Espírito Santo
Se você é cheio do Espírito Santo, você é autêntico porque o Espírito Santo lhe dá a autoridade. Você é respeitador porque ama seus alunos como Jesus os ama. É empático porque não pensa mais só em você. Pelo contrário, você obedece a Palavra de Deus e torna-se servo, servindo aos outros, como Cristo.

Para ser um bom Professor
1. Estudar para preparar a lição.
2. Estudar a lição até que ela seja clara e familiar.
3. Estabelecer uma ordem clara e objetiva para a lição.
4. Refletir sobre a relação existente entre a lição e os alunos.
5. Utilizar recursos necessários e apropriados para ajudar a comunicar a verdade da lição.
6. Reservar tempo para estudar e orar.
7. Ter um plano de aula.


Para ser um professor eficiente
Para ser um professor eficiente, não basta dominar o conteúdo a ser ministrado. É necessário, também, conhecer os alunos.
Para ser um professor eficiente, é necessário fazer com que os alunos descubram verdades através do testemunho próprio.
Para ser um professor eficiente, é necessário motivar os alunos a pensar, a aprender, a aprender a aprender e a trabalhar.


Para ser o melhor professor
Os melhores professores não são, necessariamente, os que estão à frente de tudo.
Não são os que possuem uma inteligência privilegiada.
Os melhores professores são aqueles que possuem um grande coração.
Os melhores professores são aqueles que, ao ensinarem, fazem-no com todo o seu ser, e atingem o ser daqueles que ouvem.

créditos: http://deborarosario.zip.net/



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terça-feira, 18 de novembro de 2008
18
Nov QUAL A MELHOR ESCOLA PARA O MEU FILHO?

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A educação é o grande legado que os pais deixam para os seus filhos. Foi o que disse, com grande perspicácia, a autora dos sublimes Poemas dos Becos de Goiás, Cora Coralina, numa frase inspirada: Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina. Disse isto, segundo Olympia Salete Rodrigues, uma de suas biógrafas, quando tinha já o rosto enrugado, o corpo alquebrado e maltratado pela vida, mas tinha a alma lisa e pura. Com essa longa experiência, Cora sabia, ao conceber essa frase, que a primeira etapa da educação se dá em casa, e não importa a idade de quem assume a tarefa de educar. E é em casa que os filhos começam a absorver as virtudes e os vícios dos pais ou avós. Porque, mais do que as palavras, as atitudes calam alto na história das crianças.
Depois vem a escola. E nesse momento surgem numerosas dúvidas para que se consiga escolher a melhor escola. Alguns pais não se interessam tanto e relegam essa tarefa para terceiros. Outros até exageram, perguntando a todo tipo de especialista ou a qualquer outra pessoa, em que escola devem matricular os seus filhos.
Hoje, é comum a mídia oferecer, com base em alguma pesquisa ou avaliação, um ranking com as melhores e as piores escolas. Não acho que esse seja um critério interessante para se basear no momento da escolha, até porque esses critérios são muitas vezes duvidosos e nem sempre conseguem mostrar o que é uma escola de qualidade.

Há alguns aspectos, entretanto que podem ser observados e que ajudam na escolha:
1 - Os pais devem visitar a escola com os filhos e perceberem o seu ambiente. É fundamental que a criança goste da escola em que estuda.
2- O aspecto físico é importante. Salas de aula agradáveis, biblioteca, espaço de cultura, lazer, esporte. Não é necessário que o prédio seja luxuoso, mas que seja limpo e digno de um espaço em que se educa.
3 - É importante avaliar o quanto a escola investe na formação de seus professores, que são a alma da escola. Se o espaço físico for suntuoso, mas o corpo docente despreparado e desmotivado, é preferível procurar outra escola.
4 - Mesmo que os pais você não sejam especialistas em educação, é recomendável saber a linha pedagógica da escola, o seu projeto de ensino-aprendizagem e formas de avaliação.
5 - Deve-se analisar o currículo da escola, cuidadosamente, para verificar se há preocupação com temas do cotidiano como ética, cidadania, respeito ao meio ambiente, diversidade cultural, entre outros. Os pais não devem ter vergonha de perguntar tudo ao orientador que os receberem na escola. E, durante a conversa, é possível reparar no preparo dele, ao dar as respostas.
6 - Os pais devem observar os funcionários, e se possível, o diretor da escola. Uma regra básica é que todo o educador deve ser educado. Uma escola que preza por esse valor investe na capacitação de todas as pessoas que nela trabalham.
7 - Um aspecto essencial a ser observado é se a escola prepara para a cooperação ou apenas para a competição. Cuidado. Pode ser que os pais queiram apenas que o filho ingresse depois em uma faculdade, sendo aprovado no exame vestibular. Isso é importante, mas a escola tem que preparar para a vida toda, e não apenas para um exame.
8 - Uma alternativa interessante é questionar alguns pais que freqüentam a escola para ver se o discurso dos educadores é condizente com a prática.
9 - Os pais devem avaliar se o preço é compatível com o seu salário. A mesma avaliação deve ser feita em relação à localização, para que não vire um transtorno, o caminho de ir e vir.
10 - Os pais devem decidir junto com o seu filho, não importa qual seja a idade dele. É importante que ele sinta que ajudou a escolher a escola em que estuda.

Essas são algumas dicas. Há outras. O mais importante é que o pai, a mãe, o avô ou a avó, levem a sério a educação da criança. Em casa, na escola, na vida.
Outra dica: por melhor que seja uma escola, ela nunca vai suprir a carência de uma família ausente. Portanto, a família deve participar de verdade do processo educativo de seus filhos. Esta nem é uma dica minha. É de Cora Coralina, quando, na sua grande sabedoria, disse isto: Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.

Jornal O Popular, Goiânia, 28/10/2007

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Essa Lembrancinha é uma delícia!

Baleiro: Flor de Bala de Goma

Uma idéia para várias ocasiões:
início da primavera, dia das mães,
dia das crianças, dia da mulher...
Como um vasinho pode ser um enfeite de mesa,
como flor serve como lembrancinha,
como um buquê de flores serve como um presentinho.
É só colocar a criatividade prá funcionar!


MEU PAI ROBÔ


A ideia desta história foi tirada de www.teatrocristao.net. Adaptada e desenhada pela Pastora Gabriela Pache de Fiúza. Dedico esta história a Carlos Eduardo Pache, meu pai amado e ao meu marido Joel Fiúza, um excelente pai!

FIGURA 1

O professor que não teve pai, projetou durante anos um pai para ele, criando o pai robô.

-Nossa! Estou ansiosa para ver o pai robô do professor.
-Eu também, ele falou tanto desde o início do ano que não vejo a hora.
- Bom dia crianças!!! – Disse o professor
-Bom dia professor!!!
-Chegou o grande dia, hoje vocês conhecerão uma pessoa muito especial…tcham, tcham, tcham, tcham….aí está, o melhor pai do mundo, o meu papai, e ele pode tudo. –disse entusiasmado o professor.
-Oh!!! -disseram as crianças assombradas.
-E o que ele sabe fazer professor?
-Ele tem uma programação que permite muitas coisas, ele assiste TV comigo, me ajuda a lavar a louça, vejam que maravilha, tenho um pai que estará sempre comigo aonde eu for. Muito bem, vocês que tem um pai me digam o que ele deve fazer?

FIGURA 2

Os alunos levantavam a mão gritando: Eu, eu, eu ….
-Você Daniel o que gostaria de vê-lo fazer? –Perguntou o professor com ar de orgulho.
-Ele deve ajudar a arrumar a casa, tirar o pó por exemplo.
-Ok! Ok! Vamos lá. O professor programa o robô e o robô tira o pó da sala e as crianças vibram!

FIGURA 3

- Viram? O que mais, o que mais? Pode falar Ester!
- Ele tem que ser bom e dar abraços. –Respondeu Ester
-Venha cá Ester! -disse o professor- Vamos lá…( programa o robô ) …prontinho.

O robô dá um abraço muito apertado e desengonçado em Ester.
- ai..ai..ele tá me apertando!

O professor a ajuda.
-Mais alguns ajustes e este abraço ficará bom. –disse o professor

FIGURA 4

E o que mais ele tem que saber fazer? -desafia o professor
-Ele tem que ser engraçado, meu pai é engraçado… -disse Bia
O professor programa o robô e o robô faz malabarismo e palhaçadas e as crianças riem”.
- É melhorou, está começando a se parecer com um pai. -dizem os alunos empolgados.

FUGURA 5

-Viram como ele é perfeito? Nunca mais ficarei sem a companhia de um pai! Ele pode tudo. O que mais? O que mais? –falava o professor desafiando os alunos.
-Deve ajudar com os deveres da escola. –disse João
-Deve comprar muitos presentes… –disse Melisa
- Deve saber contar divertidas histórias… –disse Rafael
-E deve gostar de rir, ele deve ser sempre alegre … –disse Sofia.

O professor corre e programa o robô que cumpre todas as tarefas à perfeição.

Figura 6

-Algum outro desafio? Pergunta audacioso o professor.

- Um bom pai tem que saber orar -disse Cíntia desde o fundo da sala com voz firme.
-Orar ? –pergunta o professor intrigado.
-Sim, ele deve saber orar! Orar é falar com Deus, nosso Pai maior, ele pode todas as coisas. É importante um pai saber orar. Sabe professor? Quando a minha mãe ficou grávida, no ultra-som dos primeiros meses aparecia o feto com serias malformações ósseas. Os médicos disseram que eu nasceria deforme e que nem mesmo caminharia. Mas meu pai, cheio de fé, começou a orar e jejuar e a declarar a minha cura. Ele colocava a mão na barriga da minha mãe e orava todos os dias, ele nem mesmo quis fazer outros exames, ele creu de todo coração que Deus tinha me curado. E no dia do nascimento todos ficaram chocados, eu nasci perfeita, EU SOU PERFEITA. Todos ficaram espantados menos o meu pai, porque ele sabia que Deus já o tinha ouvido. Meu pai ora pelo emprego, pela nossa saúde, pelas finanças, pela família, ele ora por todas as necessidades! Sem dúvidas professor, o que um pai tem que saber fazer para ter uma família abençoada é orar, como o meu papai!

O professor estava visivelmente abalado, toda a sala estava de olhos marejados e alguns até lacrimejavam. O professor rompeu o silencio dizendo:

-Meu pai robô não foi programado para orar, e acho que nem se o programasse conseguiria, porque ele nunca poderá ter o amor nem a fé de um verdadeiro pai!
A campainha tocou e as crianças desinteressadas pelo robô que não poderia orar foram saindo e comentando.

-Vamos pedir pro nosso papai ir à igreja da Cíntia, queremos que eles também orem como o papai dela!

Figura 7

O professor e Cíntia ficaram na sala do lado do robô se olhando

-O senhor está decepcionado professor ?
-É que finalmente eu achei que ia ter um pai…-disse com tristeza.
-Mas professor, você pode ter um pai, Deus pode ser o seu Pai.
-Mas como isso é possível? Eu já sou grande e sou muito atrapalhado, Deus não vai querer ser o meu pai?
-Deus o ama e aceita o senhor, do jeito que o senhor é. Vamos até o meu pai que ele vai lhe mostrar o caminho até o pai maior.
-Então vamos agora mesmo , quero conhecer este pai que realmente pode tudo.
O professor cobre o robô e vai com Cíntia.
Depois de ouvir o pai de Cíntia, o professor quis receber Jesus no seu coração e de joelhos por primeira vez na sua vida sentiu os braços do amoroso Pai Deus o envolver. Agora, o professor tinha achado o que tanto buscava, UM PAI AMORSO.

Cíntia piscou para o pai em cumplicidade. Porque o que o professor não sabia era que Cíntia e o seu pai viam orando pelo professor desde o começo do ano!

Cíntia estava muito orgulhosa do seu papai, um homem de oração e fé.

HISTÓRIAS BÍBLICAS

DÉBORA

ESTUDO RETIRADO DO BLOG DA PASTORA MIRIAN GALLI DA IGREJA ÁGUA VIVA. MAUÁ. SÃO PAULO. http://miriangalli.blogspot.com/

TEMA : DÉBORA

1- Objetivo: Levar a criança a aprender que a oração é muito importante. Ela nos faz vencer nas dificuldades e problemas que passamos.
2- Quebra-Gelo: Qual é a pessoa mais forte que você conhece? E por quê você acha isso?

3- Versículo para Memorizar: “Deus escolheu aquilo que o mundo acha fraco, para envergonhar os poderosos”. (1 Co 1:27)
4- Leitura da Bíblia: Juizes 4
5-Mensagem: Após a morte de Josué, o povo de Israel passou a ser liderado por juízes. Débora, mulher de Lapidote, era profetisa. Era também juíza dos israelitas naquele tempo. Débora sentava-se debaixo de uma palmeira, e os israelitas vinham até ali para que ela julgasse as questões que eles traziam. Ela mandou chamar Baraque, chefe do exército de Israel, e lhe disse: O Senhor está lhe dando esta ordem: “Escolha dez mil homens e os leve ao monte Tabor. Eu vou trazer Sísera, o comandante do exército de Jabim, rei de Canaã, para lutar contra você. Ele virá com seus carros de ferro e soldados, mas eu farei com que você o vença”. Então Baraque disse a Débora: Só irei se você for comigo. Ela respondeu: Está bem! Eu vou com você. Mas você não ficará com as honras da vitória, pois o Senhor Deus entregará o inimigo nas mãos de uma mulher. E Débora foi com Baraque para Quedes. Avisou Sísera, o comandante do exército inimigo, que Baraque havia subido ao monte Tabor. Então ele mandou vir os seus novecentos carros de ferro e todos os seus homens. Então Débora disse a Baraque: Vá agora porque é hoje que o Senhor lhe dará a vitória. O Senhor está com você! Quando Baraque apareceu com o seu exército, o Senhor fez com que houvesse uma grande confusão no meio dos soldados e dos carros de Sísera. Todo o exército de Sísera foi destruído . Aí Sísera desceu do seu carro e fugiu a pé. Porém Sísera fugiu a pé à tenda de Jael, ele entrou na sua tenda, e ela o cobriu com uma coberta. Jael, feriu a cabeça de Sísera e assim ele morreu. Naquele dia Débora e todo o povo de Deus cantaram e louvaram ao Senhor. E a terra ficou em paz por quarenta anos. Débora foi uma mulher que Deus levantou no meio do Seu povo como profetisa. Débora era corajosa. Ela confiava em Deus. Ele a levantou como uma grande líder. Sabe como ela ajudava as pessoas ? Débora orava e Deus lhe falava o que dizer às pessoas. Assim, ela pôde ajudar muitas famílias.
6- Aplicação: Débora não era forte para vencer o exército do rei Jabim. Mas ela tinha uma arma mais poderosa do que todo o exército. Sua arma era a oração. Enquanto Débora orava, Deus dava a vitória para o seu povo na guerra. Você não precisa ser forte, apenas ore e creia no poder de Deus e Ele dará a você a vitória sobre todos os seus inimigos.
7- Exercício de fixação: Material: Cadeiras, pedaço de folha de papel com números, fita adesiva. Procedimento: Coloque as cadeiras em círculo. Todas as crianças ficam sentadas, menos uma, que será o pegador e que ficará no meio da roda. Todas, inclusive o pegador, são numeradas. Em seguida, escolha dois ou três números. As crianças com esses números trocam de lugar entre si e o pegador deve aproveitar para tentar se sentar em alguma das cadeiras vazias. Quando você disser: “ATENÇÃO EXÉRCITO!”, todos devem trocar de lugar. Quem ficar sem cadeira, será o novo pegador. Nós fazemos parte do exército de Deus. Precisamos estar atentos ao Seu comando, pois Deus usa aqueles que crêem em Sua Palavra!
8- Comunhão / Encerramento





DIREITOS DA CRIANÇA CRISTÃ

DIREITOS DA CRIANÇA CRISTÃ



1. Direito a não morrer pelos pecados cometidos. Jesus já pagou o preço exigido por Deus (Rm 5.8).

2. Direito de conhecer o Caminho, a Verdade e a Vida (Jo 14.6).

3. Direito a ser filho de Deus através de Jesus Cristo (Jo 1.12).

4. Direito à vida abundante em Cristo (Jo 10.10).

5. Direito a ter uma armadura completa para defender-se do mal (Ef 6.11).

6. Direito de orar e receber resposta (Mt 7.8).

7. Direito de ressuscitar no último dia (1 Ts 4.14).

8. Direito a um novo nome na Glória (Ap 2.17b).

9. Direito a pertencer ao corpo de Cristo e atuar como parte importante nele (1Co 12.22).

10. Direito de receber proteção e cuidado especial para obter um crescimento saudável no conhecimento de Deus. (CRÉDITOS: ensinandoospequeninos.blospot.com)



VALORIZANDO A CRIANÇA



Pr. Elinaldo Renovato de Lima A criança não é um adulto em miniatura, como dizem algumas pessoas. Ela é um ser humano em desenvolvimento, com personalidade prórpia em formação, possuindo idéias, interesses, aspirações, próprios de sua idade. Se alguém não sabe dar valor a uma criança, reflete insensibilidade quanto ao significado da vida infantil, e pode projetar seus próprios traumas, adquiridos nos primeiros dias de vida. Dessa forma, os pais devem procurar estudar e observar a vida de seus pequenos filhos, para, não só ensiná-los no "caminho em que devem andar" , como diz a Bíblia, mas, também, aprender com eles lições que só na escola do amprendizado da vida é possível assimilar. REPENSANDO A CRIANÇA Dorothy Law Nolte, com profunda inspiração sobre o valor da criança, escreveu: "A criança que é sempre criticada, Aprende a condenar. A criança que é sempre hostilizada, Aprende a agredir. A criança que é sempre ridicularizada, Aprende a ser tímida. A criança que é sempre envergonhada, Aprende a sentir culpa. A criança que é tratada com tolerância, Aprende a ser paciente. A criança que é encorajada, Aprende a ser confiante. A criança que é elogiada, Aprende a apreciar. A criança que recebe um tratamento imparcial, Aprende a ser justa. A criança que vive com segurança, Aprende a ter fé. A criança que é aprovada, Aprende a gostar de si mesma. A criança que vive em meio à aceitação e amizade, Aprende a descobrir o amor no mundo." A poesia acima contém verdades muito importantes a serem observadas pelos pais. Os pais crentes em Jesus precisam ser exemplo no trato com os filhos. A Bíblia nos mostra um texto muito interessante, no livro de Jeremias, em que vemos a expressão de Deus, em relação a seu filho Efraim, um tipo de Israel: "Não é Efraim para mim um filho precioso? Criança das minhas delícias? Porque depois que falo contra ele, ainda me lembro dele solicitamente; Por isso se comovem por ele as minhas entranhas: Deveras me compadecerei dele, diz o Senhor" (Jr 31.20). Nesse versículo Bíblico, podemos destacar alguns indicadores do cmportamento desejável dos pais para com os filhos, no sentido de valorizá-los, amando-os, e cuidando deles para que tenham personalidade firme e se sintam felizes. Vejamos: 1) VALORIZAÇÃO DO FILHO: "não é para mim um filho precioso?". O fator valorização tem muito efeito na formação espiritual, emocional, moral, social e física dos filhos. Uma criança que é valorizada por seus pais tem normalmente uma auto-estima elevada. Não se sente frágil, mas vê-se a si mesma como alguém que é apreciado, reconheciedo, mesmo que não entenda nada de conceitos psicológicos. Quando Deus diz "filho precioso" fala de valor espritual acima de tudo. Os pais devem entender que os filhos não são apenas resultado de de uma união biológica, muitas vezes fora de tempo desejável. Na verdade, cmo diz a Bíblia, eles são "herança e galardão do Senhor" (Sl 127.3). Podemos dizer que os filhos são talentos vivos, entregues por Deus aos pais para que sejam trabalhados na sua formação espiritual e em todos os demais aspectos da vida. Assim como Deus vai cobrar de seus servos o que fizeram com os talentos materiais ou espirituais, da mesma forma, Ele vai cobrar dos pais o que fizeram com os filhos, pelos filhos e para os filhos, no sentido de que eles produzam frutos para Deus. Nessa valorização, é necessário que os pais apreciem o que os filhos fazem, elogiem-nos no momento certo; conversem com eles, dialogando, trocando idéias; sendo-lhes afetivos e carinhosos. 2) SATISFAÇÃO PELOS FILHOS: "criança de minhas delícias". Nesse aspecto, vemos a alegria de Deus por Efraim, seu filho pequeno. Da mesma forma, os pais devem demonstrar alegria pelos seus filhos. Louvar a Deus por cada um dos filhos; demonstrar alegria perante eles e perante as outras pessoas é fundamental para a valorização dos pequenos servos de Deus. Certa mãe, chorando a morte de uma filha, disse para outro filho: "Eu preferia que , no lugar dela, fosse você que tivessse morrido". Aquela criança foi tomada de um sentimento tal de tristeza, que, durante toda a sua vida, foi atormentada por um sentimento de rejeição. Aquelas palavras foram piores do que um espancamento físico. Sua mente foi golpeada por palavras duras e infelizes. Esse tipo de comportamento é devastador para a formação dos filhos. Em lugar disso, os pais devem dizer aos filhos quanto os apreciam e são felizes por terem-nos em sua vida. Um sorriso , um gesto de amor valem mais do que brinquedos e presentes caros. Quando o pai ou a mãe diz a um filho: "filho, eu amo você; estou alegre com você", isso provoca em sua mente um efeito psicológico positivo, que o faz sentir feliz. Seu cérebro produz uma substância que causa bem-estar emocional e físico. Ao contrário, quando o filho ouvepalavras duras, sente-se dominado por emoções negativas, que o levam à frustração e à depressão. Aliás, uma das causas que mais levam os adolescentes às drogas, à prostituição e ao descaminho é a falta de afeto, de amor e apreciação por parte dos pais. Vale a pena demonstrar alegria pela vida dos filhos, que são dados por Deus.É preciso ter muito cuidado com a parte emocional e afetiva dos filhos, desde crianças. Já é conhecido um adesivo, colocado nos carros , em que está escrito: "Ame seu filho antes que um traficante o adote". 3) DISCIPLINA: "porque depois que falo contra ele..." Há pais que pensam fazer o melhor para os filhos, deixando-os inteiramente á vontade, para fazerem o que bem querem. É um ledo engano. A disciplina faz parte indispensával da formação do caráter e da personalidade. A Bíblia, em sua suprema sabedoria, manda disciplinar o filho, inclusive utilizando, se necessário, a "vara da correção". Diz a Palavra de Deus: "A vara e a repreensão dão sabedoria, mas o rapaz entregue a si mesmo envergonha a sua mãe"..."castiga a teu filho, e te fará descansar; e dará delícias à tua alma". (Pv 29.15,17). Os psicólogos modernistas têm dito que os pais não devem imprimir qualquer tipo de castigo , visando a disciplina dos filhos. Dizem que basta dialogar. Tal entendimento é irrealista, e contraria os princípios da Palavra de Deus para a criação dos filhos. Se a Bíblia diz que os pais devem disciplinar os filhos, incluindo castigo físico, é porque esse deve ser o comportamento melhor para forjar o caráter e livrá-los do pecado e do inferno. Evidentemente, o castigo físico, no sentido estreito da expressão, só deve ser aplicado a crianças pequenas, até no máximo 8 anos, visto que , muitas vezes , não entendem a linguagem racional. Precisam de um "estímulo" físico para entender. Jamais os pais devem bater num adolescente. Para esses, a disciplina corretiva aplicada pode ser a suspensão de alguma regalia, da mesada, do direito de assistir televisão, de sair com os colegas, etc. Desse modo, no texto em análise, vemos que o mesmo Deus que considera Efraim "filho precioso", que se delicia com sua vida, também diz que fala "contra ele" ou seja, não concorda com os atos errôenos do filho. É por demais importante que os pais procurem orientar os filhos, ensinando-os , primeiramente, pois disciplinar, acima de tudo, é ensinar o caminho, é discipular; depois, é necessário dar o exemplo. 4) LEMBRANÇA: "ainda me lembro dele solicitamente." Isso fala da atenção que Deus tinha para com Efraim. Assim, os pais devem procurar ter atenção a seus filhos, lembrando-se deles, em suas necessidades, em seus anseios, em seus problemas. A vida moderna tem levado muitos pais a se esquecerem de seus filhos, em função da agitação do dia a dia, do trabalho, do emprego, das tarefas domésticas, e , infelizmente, até por causa das atividadees na igreja local. Conhecemos casos de mães e pais que se envolvem tanto nos trabalhos, que se esquecem de seus filhos. Esse é um grande problema decorrente do estilo de vida que domina as pessoas nesse tempo. Conheci o caso de uma jovem, filha de um médico, que enveredou pelo caminho das drogas. Levada a um centro de recuperação, ela se queixava da vida de seus pais, que não tinham tem po para sequer conversar alguns momentos sobre o que ela estava passando em sua vida. No texto, vemos Deus dizer que se lembra de Efraim "solicitamente", ou seja com cuidado, com interesse, com zelo, com amor. É isso que os pais devem fazer para com seus filhos, principalmente por aqueles que estão em formação , como crianças e adolescentes. Naturalmente, os jovens, com mais dezoito anos, também precisam desse cuidado, dessa lembrança. 5) SENTIMENTOS ENTRANHÁVEIS: "por isso se comovem por ele as minhas entranhas...". Certamente, o Senhor queria dizer que, com todo o cuidado que tinha por Efraim, sentia , no íntimo do seu ser, emoções profundas em favor de seu filho. O cuidado era tanto, que o Senhor se comovia por seu filho. Esse comover-se faz com que os pais sintam-se emocionalmente bem ligados aos seus filhos, não deixando de lhes dar atenção e apreço. 6) COMPAIXÃO: "Deveras me compadecerei dele..." Compaixão é sentimento pelo qual alguém sente paixão pelo outro e com o outro. Normalmente, quem se compadece de outro, é porque se identifica com seus problamas, com seus sofrimentos. Os filhos, no mundo em que vivemos, passam por situações que merecem atenção e cuidado. Há sofrimentos entre os jovens, adolescentes e crianças, que precisam de pais compassivos. Muitos pensam que os filhos não sofrem nada, por serem crianças, adolescentes ou jovens, que estão na escola, cercado de amigos, ou que nada lhes falta. Pode até não faltarem bens materiais. Mas os pais precisam saber o que se passa na vida deles. Uma jovem suicidou-se, e deixou um bilhete para os pais, pedindo-lhes perdão, mas dizendo que infelizmente não suportava mais viver no mundo, tão cheio de problemas e decepções. No entanto, os pais disseram que não sabiam que sua filha estava passando por algo que merecesse maior atenção. No Japão, tem sido alto o índice de suicídios entre crianças. Os psicólogos estão estudando o problema, e já concluem que a causa é a vida dos pais, que, preocupados com a competição entre as pessoas, não dão atenção aos filhos. CONCLUINDO A valorização da criança é muito importante. Se os pais querem ver filhos sadios, espiritual, moral, social e fisicamente, precisam dar o valor que lhes é devido, desde crianças, conforme o texto bíblico nos sugere.



Postado por Cantinho da Tia Ana Cristina às
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Planejamento do Culto Infantil

A história toda N° __________ Culto InfantilData ______ de ________de20__.Tema: _______________________________________________Texto: _______________________________________________Mensagem Principal: ___________________________________Atividade Responsável Assunto1 Abertura, Oração AniversariantesVisitantes “Conta benções” ConcursoVersículo para decorar _______________________________________História Bíblica -_____________________________________________Momento missionário _________________________________________História missionária ___________________________________________Dinâmicas __________________________________________________Louvor :1____________________________2____________________________3____________________________4____________________________5____________________________6____________________________Encerramento, Oração Observações: ____________________________________________________ __________________________________________________________________

CORINHOS: CUIDADO OLHO,BOCA,MÃO E PÉ







Cuidado olhinho no que vê( 2x)



O Salvador do céu está olhando pra você



Cuidado olhinho no que vê







Cuidado boquinha no que fala (2x)



O Salvador do céu está olhando pra você



cuidado boquinha no que fala







Cuidado mãozinha no que pega (2x)



O salvador do céu está olhando pra você



cuidado mãozinha no que pega







Cuidado pezinho onde pisa (2x)



O Salvador do céu está olhando pra você



Cuidado pezinho onde pisa







Cuidado olho, boca, mão e pé (2x)



O Salvador do céu está olhando pra você



Cuidado olho, boca, mão e pé







Jogo ensinando o Plano da Salvação


Vão aprendendo sobre o plano da salvação brincando e memorizando!











REGRAS DO JOGO: o jOgo é formado por 15 peças,é jogado entre duas crianças,cada uma tira 7 peças sobrando uma para comprar.quem tira a peça com 2 corações vermelhos este inicia o jogo.A criança que perde deverá dizer o significado das cores dos corações que sobrou que estão com ela.(basicamente funciona como o jogo de dominó só com menas peças e com significado diferente) .pode ser jogado em 3 crianças também ,cada uma fica com 5 peças, não sobrando peça para comprar.
PRETO = PECADO
AMARELO = O OURO QUE ESTÁ NO CÉU
VERMELHO = SANGUE DE JESUS VERTIDO NA CRUZ
BRANCO = CORAÇÃO LIMPO
VERDE = CRESCIMENTO
A MEDIDA QUE AS CRIANÇAS VÃO BRINCADO ATRAVÉS DAS CORES VÃO APRENDENDO!

Extrair do blog Minist.Inf. Peq. Sementes

Missões

O Sorvete Missionário - APEC

































A Pérola Incomparável- APEC
























Extraído do Minist.Inf.Peq.Sementes.

Mensagens Subliminares em Desenhos animados

1) O desenho "Cinderela"
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Mais um clássico da Disney, em Cinderela pode-se encontrar várias mensagens subliminares e até algumas mensagens que, de tão explícitas, não se podem enquadrar em mensagens subliminares. Vejamos algumas:
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(a) A primeira mensagem explícita é: Cinderela vai aos aposentos de seu gato e grita: "Lúcifer, venha aqui!". O gato de cinderela tem por nome lúcifer. Realmente, poucos desenhos têm a coragem de transmitir uma mensagem de adoração a lúcifer de forma tão direta. O mais incrível, é que a maioria das pessoas assistiram em suas infâncias (e algumas ainda assistem), e quando lhes é perguntado sobre qual era o nome do gato de Cinderela, todas dizem não se lembrar, e quando lhes é dito que seu nome é lúcifer, ficam espantadas e até procuram conferir se realmente o nome era este. Nota-se que acontece algum tipo de engano nestas pessoas(eu fui uma dessas pessoas) que, embora o nome não permaneça registrado no consciente, ele permanece gravado no subconciente.
(b) Mais a frente, ocorre uma outra mensagem, também explícita. Cinderela, tentando convencer o seu cão a gostar de seu gato, diz o seguinte:"...Falo sério, lúcifer tem seu lado bom! às vezes é... bem, aliás, sempre ele é... Ora, ele não pode ser tão mau assim!".
Aqui, Cinderela diz ao seu cão (e também a todos que estão assistindo ao desenho), que lúcifer tem seu lado bom, ou seja, pode ser encontrado alguma bondade em lúcifer.
As crianças que vêm este desenho e mais tarde ouvem de seus pais que lúcifer não possui qualquer tipo de bondade, que é inimigo de Deus e dos homens, vão ficar confusas quanto a escolher como entender a personagem de lúcifer. Este desenho deturpa completamente os ensinamentos bíblicos, colocando as crianças passíveis de aceitar um possível relacionamento com o diabo.
(c) Em outro momento encontramos uma possível mensagem subliminar. O gato de Cinderela está deitado próximo à porta da cozinha e Cinderela se ausenta do local. Quando sai, sua sombra se sobrepõe ao gato, formando com ele uma imagem de uma pessoa cuja cabeça é o próprio corpo do gato. Esta pessoa, embora tenha curvas femininas, não parece ser uma mulher, principalmente pelo aspecto do rosto que é formado.
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Neste momento, deixo uma pergunta no ar: Diante de tantos nomes possíveis para que se pudesse colocar no gato, e por se tratar de um desenho destinado ao público infantil, portque resolveram colocar justamente lúcifer como nome para o gato? E porque Cinderela necessitava tanto dizer que lúcifer tem seu lado bom? Com certeza, dentro do contexto do desenho, lúcifer foi um nome escolhido pela própria cinderela. E porque ela escolheria este nome? Quem, realmente é ou representa Cinderela?